quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

O 4ºANO B, ESTUDOU OS RIOS E O MIGUEL PESQUISOU




O Tejo é o maior rio da Península Ibérica. A sua bacia hidrográfica é a terceira mais extensa na península, atrás do rio Douro e do rio Ebro. Nasce em Espanha - onde é conhecido como Tajo - a 1593 m de altitude na Serra de Albarracín, e desagua no Oceano Atlântico, banhando Lisboa, após um percurso de cerca de 1007 km. A sua bacia hidrográfica é de 80.600 km² (55.750 km² se situam - em Espanha e 24.850 km² em Portugal), sendo a segunda mais importante da Península Ibérica depois da do rio Ebro.
Nas suas margens ficam localidades espanholas como Toledo, Aranjuez e Talavera de la Reina, e portuguesas como Abrantes, Santarém, Vila Franca de Xira, Alverca do Ribatejo, Sacavém, Alcochete, Montijo, Barreiro, Seixal, Almada e Lisboa.
Doca de Alcântara
Da foz do Tejo partiram as naus e as caravelas dos descobrimentos portugueses. A onda que assolou Portugal no dia do terramoto de 1755 subiu o rio e inundou Lisboa e outras localidades na margem.
Em Lisboa o rio Tejo é atravessado por duas pontes. A mais antiga é a Ponte 25 de Abril (inaugurada em 1966, então Ponte Salazar), uma das maiores pontes suspensas da Europa, e que liga a capital de Portugal a Almada. A outra é a Ponte Vasco da Gama, de cerca de 17 km de comprimento. Foi inaugurada em 1998 e liga Lisboa (Sacavém) a Alcochete e Montijo. O local mais largo deste rio chama-se Mar da Palha e fica entre a Lisboa, Vila Franca de Xira e Benavente.

Rio Tejo visto em Aranjuez
Junto a Vila Franca de Xira existe ainda a Ponte Marechal Carmona que liga as duas margens. Era muito utilizada, mas com a construção da Ponte Vasco da Gama
Existe à entrada da barra deste rio uma fortaleza (o forte de São Julião da Barra).
Todos os anos no porto de Lisboa, atracam centenas de paquetes de luxo, principalmente na doca de Alcântara.
Rio Tejo... Rio da minha vida, sonhaste comigo e ouviste os meus segredos contados pelo pensamento...Hoje ao ver de novo (mas desta vez pela televisão) o musical AMÁLIA arrepiei-me tanto que até chorei. Sempre usei a minha voz, o meu canto como hobbie e sempre o levei como uma paixão, mas desta vez tive saudades de tudo o que um dia já me rodeou, dos festivais da escola que ganhei, dos ensaios na garagem do meu melhor amigo, de quando arranjei um grupo aos 10 anos para imitar as spice girls, das suaves melodias espanholas que vos obrigava a ouvir, das aulas de teatro e de canto, das noites passadas nas festas de Stº Estevão a ouvir os fados como se fosse uma eterna cantadeira, é assim que eu hoje me sinto, uma doce cantadeira que deixou um dos seus maiores prazeres por uma vida de simples estudante... Tenho saudades de voltar a ficar presa num sonho que não leva a lado nenhum, mas também tenho saudades do tempo que dedicava só a isso...
E hoje quando ouvi o fado que me deu título de 1ºlugar no festival da escola, caíram-me as lágrimas e vieram-me a memória as palavras dos meus colegas...


O rio Douro é um dos rios maiores de Portugal.
O Rio Douro foi e é, uma fonte de riqueza para a região e para as cidades. Antigamente, fazia mover as azenhas que se espalhavam nas suas margens, permitia a pesca, irrigava campos ou enchia os poços das melhores hortas de Bemposta, existentes perto deles, onde se cultivavam as novidades e as árvores de fruta, base de sustento das populações. Mais tarde, com o aproveitamento hidroeléctrico, Bemposta passa a contribuir para a riqueza nacional, distribuindo energia eléctrica ao país.
Douro serpenteia entre as arribas, pode ver-se onde vivem e/ou nidificam abutres, grifos, águias, pombos bravos, andorinhas, etc., e nas ladeiras do mesmo, a perdiz, a rola, o estorninho, o melro, o papa figo, etc. Dentro das matas de zimbros, estevas, carvalhos, sobreiros e pinheiros e outras variedades de vegetação das encostas do Douro, podem ainda encontrar-se espécies cinegéticas, que são uma das maiores riquezas naturais da região: o corso, o javali, o coelho, a lebre, o lobo, a raposa, o texugo, a ginete, etc. Nasce em Espanha e desagua no Oceano Atlântico.



O rio Douro (Duero, em castelhano) é um rio que nasce em Espanha, na província de Sória, nos picos da Serra de Urbião (Sierra de Urbión), a 2.080 metros de altitude e atravessa o norte de Portugal. A foz do Douro é junto às cidades do Porto e Vila Nova de Gaia. Tem 850 km de comprimento.
Segunda a história o seu nome deriva do seguinte: - Nas encostas escarpadas, um rio banhava margens secas e inóspitas. Nele rolavam, noutros tempos, brilhantes pedrinhas que se descobriu serem d´ouro. Daí o nome dado a este rio: Douro.
A UNESCO designou em 14 de Dezembro de 2001 a região vinhateira do Alto Douro (45°68' N, 5°93' W) na lista dos locais que são Património da Humanidade, na categoria de paisagem cultural.
A bacia hidrográfica do Douro tem uma superfície de aproximadamente 18710 km²
Nasce na Espanha, nos picos da serra de Urbión, (Sória), a 2080 metros de altitude e tem a sua foz na costa atlântica, na cidade do Porto. O seu curso tem o comprimento total de 850 km. Desenvolve-se ao longo de 112 km de fronteira portuguesa e espanhola e de seguida 213 km em território nacional. A sua altitude média é de 700 metros. No início do seu curso é um rio largo e pouco caudaloso. De Zamora à sua foz, corre entre fraguedos em canais profundos. O forte declive do rio, as curvas apertadas, as rochas salientes, os caudais violentos, as múltiplas irregularidades, os rápidos e os inúmeros "saltos" ou "pontos" tornavam este rio indomável. Aproveitando o elevado desnível, sobretudo na zona do Douro internacional, o desnível médio é de 3m/km, a partir de 1961, foi levado a cabo o aproveitamento hidroeléctrico do Douro.
Com a construção das barragens, criaram-se grandes albufeiras de águas tranquilas, que vieram incentivar a navegação turística e recreativa, assim como a pesca desportiva. Excluindo-se os períodos de grandes cheias, pode dizer-se que o rio ficou domado definitivamente.
No seu curso, entre Bemposta e Picote, pode ser visto, nas suas águas espelhadas, tudo o que rodeia este ambiente: as nuvens, o sol, (que queima os olhos, reflectido na água), os montes, as fragas, as aves (patos, garças, águias, abutres, gaivotas). Nas fragas mais altas podem ser vistas aves de rapina, guardando os seus ninhos.
Por outro lado, no rio, espécies indígenas, como o escalo, a enguia e a truta, têm sido dizimadas ou pela pesca à rede descontrolada e/ou pela modificação das condições ambientais (parte do ano estão perto do limite de resistência de algumas espécies). Após a construção da barragem, foi feita a introdução da Carpa que, podendo atingir acima dos 20 kg, tem a propriedade de se alimentar de tudo, fazendo a limpeza das barragens mesmo em condições precárias de oxigenação das águas. Mais recentemente, surgiram o Achigã, a Perca, o Lúcio (peixes carnívoros) e o Lagostim vermelho, (todos eles originários de outros países). Pode ainda encontrar-se, com abundância, a boga e o barbo e até mexilhão (idêntico ao do mar).
Porém, passar junto a fragas gigantes, tingidas de várias tonalidades, pela separação de fragmentos de rocha, causadas por dilatações e contracções bruscas, motivadas pelo clima, é esmagador.


Tivemos boas notas!

Provas de Estudo do Meio

Tivemos boas notas!

Ficámos muito contentes!

No dia 9 de Fevereiro de 2009 nós, os alun0s do 4.º A, fizemos provas de avaliação sumativa de Estudo do Meio, na Escola EBI de Vendas Novas .

Em pouco tempo fizemos as fichas, sem barulho e com concentração. Nesse dia estávamos muito nervosos, pois pensávamos que iam sair coisas que não tínhamos estudado. No fim, achámos que a ficha de avaliação tinha corrido bastante bem! No dia seguinte, o professor já tinha corrigido as nossas provas .

Ele disse que estava muito contente! Todos tivemos Bom e Muito Bom que são notas muito boas!

Todos ficámos contentes com as nossas notas!

Os alunos do 4ºA

Escrito por Marisa e copiado por: Eunice, Ana Isabel e Andreia.


terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

A PLANTA DA NOSSA SALA - 4ºE



Temos andado muito ocupados, parecemos engenheiros e arquitectos, a desenhar e a analisar plantas. Tem sido bastante interessante e também um pouco difícil.
Elegemos os trabalhos das colegas Sofia e Jeniffer pois consideramos que são os que melhor representam a nossa sala tão "apertadinha" mas muito acolhedora.
Já partimos para outra aventura que é a planta da nossa escola mas é tão grande que parece que não vamos conseguir desenhá-la! Vamos continuar a tentar...
Os alunos do 4º E

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Queremos ser cidadãos responsáveis!


Hoje, na área da Formação Cívica, fomos colocar materiais recicláveis no ecoponto.

Queremos dizer a toda a gente que não deite o que pode ser reciclado no lixo.

A Terra é de todos nós!

Devemos preservar o meio ambiente!


Os alunos do 4º A

Escrito por: Rui, Ana Guerreiro, Mélanie e Miguel

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Ontem fomos ao teatro...









Ontem fomos ao Teatro Politeama ver a peça "O meu Pé de Laranja Lima" encenada por Rui Luís Brás, do autor José Mauro de Vasconcelos.
O interior do teatro era muito bonito, principalmente um grande candeeiro que parecia ter pedras de cristal. As pinturas que vimos no tecto também eram muito bonitas apesar de precisarem ser restauradas.
Ficámos sentados na plateia mas para a próxima gostávamos de ir para a tribuna para vermos tudo lá de cima.
Antes do teatro começar ouvimos a voz de um senhor a avisar que não podíamos ter os telemóveis ligados, tirar fotografias ou filmar durante o espectáculo.
Esta peça deu-nos a conhecer uma história bonita mas bastante triste. A personagem principal era um menino de cinco anos chamado Zezé, que fingia ter seis. Era um menino pobre, um pouco mal educado, muito curioso, inteligente e acima de tudo muito inocente.
O Zezé pertencia a uma família pobre, o pai estava desempregado, a mãe trabalhava na casa dos ricos e tinha quatro irmãos. Passava o dia na rua, descalço a engraxar sapatos. Não ia à escola porque já sabia tudo o que a professora andava a ensinar e durante os seus passeios pelas ruas fez um grande amigo a quem chamava de "Portuga", que era uma das poucas pessoas que lhe dava atenção e carinho.
Quando mudou de casa porque os pais não pagavam a renda ao senhorio encontrou no seu quintal uma árvore ainda jovem ( O Pé de Laranja Lima) que por magia falava com ele.
Certo dia o menino ficou muito doente devido à grande tristeza que sentia pois o seu amigo tinha morrido num acidente de automóvel na linha do caminho-de-ferro e porque soube que queriam cortar a sua amiga árvore.
No final da história o pai do Zezé arranjou emprego, a árvore infelizmente foi mesmo cortada mas a família melhorou de vida.
Quando saímos do teatro, devido ao mau tempo não almoçámos em Lisboa, nem fizémos o passeio na zona de Belém (Mosteiro dos Jerónimos, Padrão dos Descobrimentos e Torre de Belém) como estava previsto.
Foi no Forum Montijo que comemos, andámos de escadas rolantes (alguns de nós ainda nunca tinham andado), fizémos construções com legos, andámos num carrossel e brincámos num parque infantil.
Foi uma visita de estudo muito divertida e bastante interessante!

Texto colectivo dos alunos do 4ªE (05/02/09)